Quanto você ganha por mês? Essa é uma pergunta fácil de responder, mas você sabe exatamente quanto você gasta por mês? E você é daqueles que acabam no vermelho?
Para se desenrolar, existe uma fórmula quase mágica: fazer um orçamento. "Na prática, é botar de lado o quanto você ganha e o quanto você gasta, para ver no fim o que sobra. Essa relação pronta é o seu orçamento", simplifica Luís Carlos Ewald, professor de Economia.
Lápis e papel na mão para aprender a calcular seus gastos no mês. O professor de Economia, Luís Carlos Ewald, listou os itens fundamentais desse orçamento.
- Morar
"Morar, você tem que pensar primeiramente no aluguel, depois no condomínio, nas despesas que você tem dentro de casa para morar", diz ele.
- Comer
"Nós estamos em um restaurante, mas o que pesa mesmo é supermercado, feira, açougue, padaria", enumera o economista.
- Estudar
Além da mensalidade, aqui entra transporte, material escolar, livros e revistas. Veja essa dica: "Eu vim estudar na livraria porque tem maior variedade de livros e, hoje em dia, os livros estão muito caros", comenta a estudante Cinara Gomes.
- Saúde
Temos que somar os seguros mais médico, dentista e remédios.
- Vestir
"Tem que ser classificada a roupa de homem, a roupa de mulher, a roupa das crianças e o calçado de homem, de mulher e de criança. De preferência, comprar tudo em liquidação", indica o professor Luís.
- Cuidados Pessoais
"Não deixa para fazer quinta, sexta e sábado, porque é mais caro", adverte Luís Carlos.
- Ir e Vir
Marque os gastos de passagens de ônibus e metrô. Se você tiver carro, combustível, oficina e o seguro.
- Lazer
Inclua clubes, cinema, teatro e restaurantes.
O próximo passo agora é saber se os gastos com cada item do orçamento estão corretos. Para isso, existe um comportamento padrão do brasileiro. Quanto se deve gastar com cada item do orçamento?
"A Fundação Getúlio Vargas apurou que a família padrão brasileira gasta 30% em habitação e moradia, 25% em alimentação, 12% em saúde e cuidados pessoais, 8% em educação e cultura", explica o professor de Economia, Luís Carlos Ewald.
E mais 15% em transporte, 5% em vestuário e 5% em despesas diversas. Vanessa e Marcos estão quebrando a cabeça para conseguir isso. O casal tem dois filhos e, há dois anos, financiou um apartamento.
"No total, ganhamos R$ 1250", conta Vanessa.
Para fazer seu orçamento, ela tem que somar as despesas no mês. No fim, percebe que passou de R$ 1300.
O professor começa sugerindo cortes na energia elétrica. "Vocês estão gastando mais de R$ 60. Eu acho que tinha que ser pelo menos a metade", diz ele.
"Vou ensinar as crianças a desligar a luz e ver uma coisa que está podendo cortar", diz Vanessa.
"Podem cortar pelo menos 50% do telefone. Ia render mais uns R$ 35, R$ 40 por mês e ajuda no pagamento do cartão", comenta Luís Carlos.
"Todo mundo hoje está gastando o que não pode com celular e abusando disso. Usa o telefone fixo que é muito mais barato", lembra o professor.
Ele manda eliminar também o cartão de crédito. "Eu uso ele como refúgio. Acabou, não tem mais dinheiro, vai no cartão, porque eu não posso deixar de faltar alguma coisa em casa. Já tive que vender uma moto para tentar quitar. Quitei, mas no outro mês já começou a dívida de novo", diz Marcos.
"Uma boa saída para isso é você apelar para os parentes e ver, por exemplo, se você tem um tio ou um cunhado que tem dinheiro na poupança, ganhando, no máximo, 1% ao mês. Pede dinheiro emprestado a ele. Paga você 1% ao mês", indica Luís Carlos.
"Se vocês, daqui para frente, começarem a, uma vez por semana, no mínimo, anotar tudo o que gastaram, quando chegar no fim do mês vocês vão ver que vão poder economizar muito mais cortando gastos que são supérfluos por não ter administração do orçamento", garante o economista.
MAS EU ACHO QUE ESSA ERA A PSICOLOGIA QUE FUNCIONAVA MESMO....
Ensinamentos das MÃES DE ANTIGAMENTE:
Pra lembrar, e rir. Coisas que nossas mães diziam e faziam... Era uma forma, hoje condenada pelos educadores e psicólogos, mas funcionou com a gente e por isso não saímos seqüestrando a namorada, calculando a morte dos pais, ajudando bandido a sequestrar a mãe, não nos aproveitamos dos outros, não pegamos o que não é nosso, nem matando os outros por ai, etc...
Minha mãe ensinou a VALORIZAR O SORRISO... "ME RESPONDE DE NOVO E EU TE ARREBENTO OS DENTES!"
Minha mãe me ensinou a RETIDÃO... "EU TE AJEITO NEM QUE SEJA NA PANCADA!"
Minha mãe me ensinou a DAR VALOR AO TRABALHO DOS OUTROS... "SE VOCÊ E SEU IRMÃO QUEREM SE MATAR, VÃO PRA FORA. ACABEI DE LIMPAR A CASA!"
Minha mãe me ensinou LÓGICA E HIERARQUIA... "PORQUE EU DIGO QUE É ASSIM! PONTO FINAL! QUEM É QUE MANDA AQUI?"
Minha mãe me ensinou o que é MOTIVAÇÃO... "CONTINUA CHORANDO QUE EU VOU TE DAR UMA RAZÃO VERDADEIRA PARA VC CHORAR!"
Minha mãe me ensinou a CONTRADIÇÃO... " FECHA A BOCA E COME!"
Minha Mãe me ensinou sobre ANTECIPAÇÃO... "ESPERA SÓ ATÉ SEU PAI CHEGAR EM CASA!"
Minha Mãe me ensinou sobre PACIÊNCIA... "CALMA!... QUANDO CHEGARMOS EM CASA VOCÊ VAI VER SÓ..."
Minha Mãe me ensinou a ENFRENTAR OS DESAFIOS... "OLHE PARA MIM! ME RESPONDA QUANDO EU TE FIZER UMA PERGUNTA!"
Minha Mãe me ensinou sobre RACIOCÍNIO LÓGICO... "SE VOCÊ CAIR DESSA ÁRVORE VAI QUEBRAR O PESCOÇO E EU VOU TE DAR UMA SURRA!"
Minha Mãe me ensinou sobre o REINO ANIMAL... "SE VOCÊ NÃO COMER ESSAS VERDURAS, OS BICHOS DA SUA BARRIGA VÃO COMER VOCÊ!"
Minha Mãe me ensinou sobre GENÉTICA... "VOCÊ É IGUALZINHO AO SEU PAI!"
Minha Mãe me ensinou sobre minhas RAÍZES... "TÁ PENSANDO QUE NASCEU DE FAMÍLIA RICA É?"
Minha Mãe me ensinou sobre a SABEDORIA DE IDADE... "QUANDO VOCÊ TIVER A MINHA IDADE, VOCÊ VAI ENTENDER."
Minha Mãe me ensinou sobre JUSTIÇA... "UM DIA VOCÊ TERÁ SEUS FILHOS, E EU ESPERO ELES FAÇAM PRÁ VOCÊ O MESMO QUE VOCÊ FAZ PRA MIM! AÍ VOCÊ VAI VER O QUE É BOM!" Minha mãe me ensinou RELIGIÃO... "MELHOR REZAR PARA ESSA MANCHA SAIR DO TAPETE!"
Minha mãe me ensinou o BEIJO DE ESQUIMÓ... "SE RABISCAR DE NOVO, EU ESFREGO SEU NARIZ NA PAREDE!"
Minha mãe me ensinou CONTORCIONISMO... "OLHA SÓ ESSA ORELHA! QUE NOJO!"
Minha mãe me ensinou DETERMINAÇÃO... "VAI FICAR AÍ SENTADO ATÉ COMER TODA COMIDA!"
Minha mãe me ensinou habilidades como VENTRÍLOGO... "NÃO RESMUNGUE! CALA ESSA BOCA E ME DIGA POR QUE É QUE VOCÊ FEZ ISSO?"
Minha mãe me ensinou a SER OBJETIVO... "EU TE AJEITO NUMA PANCADA SÓ!"
Minha mãe me ensinou a ESCUTAR ... "SE VOCÊ NÃO ABAIXAR O VOLUME, EU VOU AÍ E QUEBRO ESSE RÁDIO!"
Minha mãe me ensinou a TER GOSTO PELOS ESTUDOS... "SE EU FOR AÍ E VOCÊ NÃO TIVER TERMINADO ESSA LIÇÃO, VOCÊ JÁ SABE!..."
Minha mãe me ajudou na COORDENAÇÃO MOTORA... "JUNTA AGORA ESSES BRINQUEDOS!! PEGA UM POR UM!!"
Minha mãe me ensinou os NÚMEROS... "VOU CONTAR ATÉ DEZ. SE ESSE VASO NÃO APARECER VOCÊ LEVA UMA SURRA!"
Fazia parte de uma grande fortaleza, a qual ninguém arriscava atacar porque parecia ser intransponível.
No entanto, na sua face sul, onde o sol raramente tocava havia uma irregularidade quase imperceptível.
Era o resultado da pressa em sua execução ou, quem sabe, do descuido de um dos executores da obra.
Agora, porém, isso pouco importava, afinal, aquela muralha estava erigida ali há tempos e os responsáveis por ela nem mais andavam sobre a terra.
No entanto, aquela imperfeição ao longo dos anos acabou servindo de depósito natural da água da chuva e dos detritos trazidos pelo vento.
Aos poucos a água foi se infiltrando no muro e trilhando um caminho próprio em busca de uma saída entre as rochas reunidas por espessa argamassa.
Com o passar do tempo, uma fissura surgiu onde antes havia apenas uma depressão quase invisível.
Essa fissura, alimentada pelas águas das chuvas e pelo limo que invadira a parede úmida e fria, foi se expandindo, até tornar-se uma assustadora rachadura.
Agora, era vista mesmo à distância, e parecia ameaçar a solidez daquela estrutura.
O tempo corria veloz sem que providência alguma fosse tomada.
A rachadura já corrompia a parte inferior do muro que, atingida pela umidade, deteriorava-se a olhos vistos.
Em uma noite fria, quando o temporal ruidoso e inclemente avançava sobre a praia próxima, a ventania atingiu a muralha com violência.
A muralha, que suportara tempos antes ventos ainda mais fortes, desta vez não resistiu.
Corrompida pela água, que durante anos deteriorou sua base e parte de seus materiais, a grande parede cedeu.
Tombou pesadamente como se estivesse cansada de resistir em vão.
Como um robusto carvalho se permite um dia tombar depois de tantos anos de majestade, também aquela murada, traída pela pequena fissura, entregou-se à ação do tempo.
Uma simples fissura, decorrente de uma imperfeição aparentemente insignificante, causou a queda do grande muro.
E hoje, os que passam ao lado das ruínas daquilo que um dia já foi uma imponente fortaleza, ignoram que a destruição daquele monumento grandioso iniciou-se com uma mera e banal rachadura.
Assim também são os vícios humanos.
Hábitos infelizes, considerados como atitudes corriqueiras e comuns na sociedade, podem corromper grandes mentes.
Hoje são apenas "fofoquinhas" a servir de passatempo aos desocupados.
Amanhã serão mentiras ardilosas a destruir lares e prejudicar vidas.
Hoje são apenas goles de bebidas alcoólicas para descontrair.
Amanhã serão drogas ainda mais pesadas a arruinar centros nervosos e lesionar profundamente os destinos.
Hoje são pequeninas barganhas para garantir que as crianças obedeçam.
Amanhã serão pesados subornos para realizar o que o dever já impunha desde muito.
Os vícios surgem como pequeninas fissuras na conduta humana.
Em um primeiro momento não despertam grandes receios e chegam, até, a ser ignorados pelos menos avisados.
No entanto, com o passar do tempo, vão se agigantando e invadindo o espaço que deveria ser da virtude.
Abalam estruturas que pareciam sólidas e destroem futuros venturosos.
Arrastam o ser para o lodaçal da culpa e do arrependimento, onde se encontram chafurdados os escombros das ilusões do ontem.
O jovem professor entrou na sala de aula e encontrou seus pequenos alunos debatendo, calorosamente, sobre Deus.
Como poderiam acreditar que Deus existe se não conseguiam vê-Lo, nem tocá-Lo?
Percebendo o nível da discussão filosófica das crianças, o professor pediu licença e propôs a elas uma experiência.
Colocou sobre a mesa dois copos transparentes com água, e perguntou se elas podiam notar algo de diferente entre um e outro.
Os pequenos responderam, em uma só voz: Nenhuma diferença. Ambos contêm água limpa.
Então, o jovem deu a cada um deles uma colher, pedindo-lhes que provassem um pouco do conteúdo de cada copo.
Quando todos haviam experimentado tornou a perguntar: E então, ainda afirmam que são iguais?
E a resposta foi outra: Não, num dos copos a água é doce, no outro não é.
Aí o jovem educador disse: Acontece o mesmo com relação a Deus. Para perceber a Sua existência é preciso experimentá-Lo.
Não podemos vê-Lo nem tocá-Lo, mas podemos senti-Lo.
E percebendo que a classe estava ávida para saber mais a respeito dessas questões, o professor continuou com seus argumentos.
Deus não pode ser tocado com as mãos, nem medido com fita métrica, pesado na balança, ou visto com os olhos físicos.
Mas podemos sentir Deus ao tocar as pétalas de uma flor, sua textura aveludada, seu perfume, sua coloração única...
Não podemos medir Deus, mas podemos mensurar Sua grandiosidade nas dimensões do Universo, nos astros a girar no firmamento, nas manhãs claras e belas, na organização dos seres infinitamente pequenos.
Não podemos pesar Deus, mas podemos perceber Sua força geradora e mantenedora, nas Leis que regem e sustentam constelações, nebulosas e galáxias, suspensas no espaço sem fim.
Podemos observar o Criador no impulso das ondas que agitam os oceanos, no instinto dos animais, na dança das estações.
Não conseguimos ver Deus com os olhos, mas podemos sentir Deus nas múltiplas expressões do bem e do belo, do amor criativo e ativo, na chama de esperança que vibra na alma de cada filho Seu.
Deus é invisível, mas Sua presença é evidente nas várias expressões do dinamismo da vida:
No sangue que corre em nossas veias...
No oxigênio que respiramos...
No sol que dardeja ouro sobre a Terra, possibilitando a vida...
Na lua, satélite silencioso e solitário, que vigia o planeta durante as noites...
Na chuva, que cai de mansinho acordando as sementes que dormem sob o solo generoso...
Na brisa leve que conduz o pólen e permite a geração das flores.
Ah, as flores...
As flores são a assinatura do próprio Criador no quadro da natureza...
* * *
O observador atento não enxerga só com os olhos do corpo...
Como disse o poeta ao seu Pequeno Príncipe, O essencial é invisível aos olhos. Porque os olhos são extremamente limitados.
Os filósofos, os poetas, os artistas, os profetas e, por que não? Os cientistas, vêem mais com a alma que com os olhos.
Para enxergar bastam os olhos, mas para ver é preciso um sentido a mais...
Conta-se que, certa vez, os animais de uma floresta que estava sendo devastada pelos homens se reuniram para discutir os seus problemas.
Decidiram, após amplos debates, que a coisa mais importante a fazer seria criar uma escola.
Organizaram um currículo que objetivava desenvolver as habilidades de voar, saltar, nadar, correr e escalar. Todas consideradas necessárias e importantes para quem vive em uma floresta.
No entanto, apesar de terem utilizado métodos muito avançados, o desempenho dos alunos não foi dos melhores e a maioria conseguiu apresentar rendimento satisfatório em apenas uma ou duas habilidades.
O pato foi excelente em natação mas apenas razoável em voos e péssimo em corridas.
Para melhorar em corrida treinou tanto que gastou suas patas e não conseguiu nadar como antes, baixando seu aproveitamento em natação.
O coelho, que vinha se destacando em corrida, desde o início do curso, acabou sofrendo um colapso de tanto se esforçar para melhorar em natação.
A capivara, que nadava e corria muito bem, acabou se esborrachando ao tentar voar. O susto foi tão grande que ela ficou traumatizada e não conseguiu mais nem correr, nem nadar.
Os pássaros, por sua vez, protestaram, desde a criação da escola, porque a habilidade de cantar não estava incluída no currículo.
Para eles, o canto era de importância fundamental para a qualidade de vida na floresta.
Quando o currículo todo foi dado, o único animal que concluiu o curso e fez o discurso de formatura foi a enguia.
Não que ela tivesse maiores habilidades. Em verdade, ela não se esmerara em nada e conseguira fazer um pouco de todas as matérias mais ou menos pela metade.
* * *
Com certeza, ao imaginarmos uma capivara tentando voar ou um coelho se dedicando à natação, rimos da história.
Mas, se olharmos ao nosso redor, vamos nos dar conta de que, por vezes, agimos exatamente como os animais da escola da floresta.
É quando tentamos considerar todas as pessoas iguais, destruindo o potencial da criatura de ser ela mesma.
Assim é quando, na posição de pais, insistimos com nosso filho para que siga determinada profissão.
Ele adora dançar mas nós lhe dizemos que isso não lhe conferirá uma carreira de sucesso e insistimos para que abrace a profissão que toda a família segue.
Até mesmo porque ele deve dar continuidade à tradição ou assumir o negócio da família, logo mais.
Por isso é que algumas empresas de tradição, em determinado momento, passando a ser administradas por quem não tem potencial nem vontade para o tipo de negócio, acabam por desaparecer.
Ou então, a pessoa desenvolve as habilidades que lhe são exigidas, mas nunca será um profissional de qualidade. Isso porque não ama o que faz.
E se transformará em uma criatura frustrada, infeliz, sempre reclamando de tudo e de todos.
Pensemos nisso e passemos a valorizar mais a habilidade e o potencial de cada um.
Lembremos que a natureza é tão exuberante exatamente pelas diferenças que apresenta nos reinos mineral, vegetal, animal onde cada um é especial e desempenha, na Terra, a missão que o Divino Criador lhe confiou.
Autor: Redação do Momento Espírita, com base na fábula Para gente de escola, de George H. Reavis, traduzida por Terezinha Gomes Lankenau, disponível no site www.metaforas.com.br e no artigo A escola animal, disponível no site http://www.palavrasdeosho.com/.
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências .... A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão ouvindo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo. Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer ... Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A hipertensão arterial (HTA), hipertensão arterial sistêmica (HAS) conhecida popularmente como pressão alta é uma das doenças com maior prevalência no mundo moderno e é caracterizada pelo aumento da pressão arterial, aferida com esfigmomanômetro (aparelho de pressão) ou tensiômetro, tendo como causas a hereditariedade, a obesidade, o sedentarismo, o alcoolismo, o estresse, o fumo e outras causas.[1]Pessoas negras possuem mais risco de serem hipertensas.[2] A sua incidência aumenta com a idade, mas também pode ocorrer na juventude.[3]
Existe um problema para diferenciar a pressão alta da pressão considerável normal. Ocorre variabilidade entre a pressão diastólica e a pressão sistólica e é difícil determinar o que seria considerado normal e anormal neste caso. Alguns estudos farmacológicos antigos criaram um mito de que a pressão diastólica elevada seria mais comprometedora da saúde que a sistólica. Na realidade, um aumento nas duas é fator de risco.[4][5]
Considera-se hipertenso os indivíduos que mantém uma pressão arterial acima de 140 por 90 mmHg ou 14x9, durante seguidos exames, de acordo com o protocolo médico. Ou seja, uma única medida de pressão não é suficiente para determinar a patologia.[1][2]A situação 14x9 inspira cuidados e atenção médica pelo risco cardiovascular.
O tratamento pode ser medicamentoso e/ou associado com um estilo de vida mais saudável. De forma estratégica, pacientes com índices na faixa 85-94 mmHg (pressão diastólica) inicialmente não recebem tratamento farmacológico.[6]
Você conhece a lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokees?
O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho. O filho se senta sozinho no topo de uma montanha toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte. Ele não pode gritar por socorro para ninguém. Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem. Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido. O menino está naturalmente amedrontado. Ele pode ouvir toda espécie de barulho. Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele. Talvez alguns humanos possam feri-lo. Os insetos e cobras podem vir picá-lo. Ele pode estar com frio, fome e sede. O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda. Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem. Finalmente... Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida. Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele. Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.
Nós também nunca estamos sozinhos! Mesmo quando não percebemos Deus está olhando para nós, 'sentado ao nosso lado'. Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.
Se você gostou desta história, repasse-a. E evite tirar a sua venda antes do amanhecer...
Moral da história: Apenas porque você não vê Deus, não significa que Ele nao esteja conosco. Nós precisamos caminhar pela nossa fé, não com a nossa visão material.
'Nenhuma mente que se abre para uma nova idéia voltará a ter o tamanho original!'
A felicidade não é a ausência de conflito, é a habilidade de lidar com ele. Uma pessoa feliz não tem o melhor de tudo. Ela torna tudo melhor. Então, torne seu dia, sua semana, sua vida lindas. Que o seu dia possa ser repleto de muita paz e alegrias...
O Porco é o sujeito tipicamente bonzinho, que busca a harmonia , tenta evitar qualquer tipo de discussão e quando não dá mesmo, com certeza não guardará ressentimentos. Por essas e outras, o Porco terá sempre amizades duradouras e espera que os outros tolerem suas fraquezas com a mesmo condescend�ncia que agem com os outros. É fácil confiar numa pessoa tão bondosa. E é exatamente essa ingenuidade crédula que o faz vítima dos embrulhões.
"Lucas é o tipo de cara que você gostaria de conhecer".
"Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer".
Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:
"Ah.. Se melhorar, estraga".
Ele era um gerente especial em um restaurante, pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato.
Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Lucas estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:
"Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo".
"Como faz isso" ?
Ele me respondeu: "A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo":
"Lucas, você tem duas escolhas hoje: Pode ficar de bom humor ou de mau humor.
Eu escolho ficar de bom humor". Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido.
Eu escolho aprender algo. Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.
Certo, mas não é fácil - argumentei.
É fácil sim, disse-me Lucas.
A vida é feita de escolhas.
Quando você examina a fundo, toda situação sempre oferece escolha.
Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor.
É sua a escolha de como viver sua vida.
Eu pensei sobre o que o Lucas disse e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha.
Anos mais tarde, soube que Lucas um dia cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã.
Foi rendido por assaltantes.
Dominado, e enquanto tentava abrir o cofre, sua mão tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo.
Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.
Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital.. Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo.
Encontrei Lucas mais ou menos por acaso.
Quando lhe perguntei como estava, respondeu: "Se melhorar, estraga".
Contou-me o que havia acontecido perguntando: "Quer ver minhas cicatrizes"? Recusei ver seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto.
A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu. Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas:
"Poderia viver ou morrer".
"Escolhi viver"! Você não estava com medo? Perguntei.
"Os para-médicos foram ótimos".
" Eles me diziam que tudo ia dar certo e que ia ficar bom". "Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado".
Em seus lábios eu lia:
"Esse aí já era".
Decidi então que tinha que fazer algo. O que fez ? Perguntei.. Bem. Havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas.
Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi: "sim".
Todos pararam para ouvir a minha resposta.
Tomei fôlego e gritei; "Sou alérgico a balas"! Entre risadas lhes disse:
"Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como um morto". Lucas sobreviveu graças à persistência dos médicos... mas sua atitude é que os fez agir dessa maneira. E com isso, aprendi que todos os dias, não importa como eles sejam, temos sempre a opção de viver plenamente.
HallelujahBon Jovi I've heard there was A secret chord That David played, and It pleased the Lord But you don't really care For music, do you? It goes like this: The fourth, the fifth The minor fall, the major lift The baffled king Composing Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah Hallelujah, Hallelujah
Your faith was strong But you needed proof You saw her bathing On the roof Her beauty and the Moonlight overthrew you She tied you to a kitchen chair She broke your throne And she cut your hair And from your lips She drew the Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah Hallelujah, Hallelujah
Maybe I've been here before I've seen this room I've walked this floor I used to live alone Before I knew you I've seen your flag On the marble arch Love is not a victory march It's a cold and It's a broken Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah Hallelujah, Hallelujah
There was a time You let me know What's real and going on below But now you never show It to me, do you? I remember when I moved in, you Your holy dark Was moving too And every breath we drew Was Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah Hallelujah, Hallelujah
Maybe there's a God above And all I ever Learned from love Was how to shoot At someone Who outdrew you It's not a cry You can hear at night It's not somebody Who's seen the light It's a cold and It's a broken Hallelujah
Eu ouvi falar que havia um acorde secreto Que Davi tocou e que agradou ao Senhor Mas você não se importa com música, não é? Ela vai assim- a quarta, a quinta O menor cai, o maior sobe O confuso rei compondo Aleluia
Aleluia, Aleluia, Aleluia, Aleluia
Sua fé era forte, mas você precisava provar Você a viu tomando banho do telhado A beleza dela à luz da lua te derrubou Ela te amarrou à cadeira da cozinha, Ela quebrou seu trono, cortou seu cabelo E dos seus lábios ela extraiu a Aleluia
Aleluia, Aleluia, Aleluia, Aleluia
Talvez eu já estivesse aqui antes Eu conheço esta sala, eu já caminhei neste piso Eu costumava viver sozinho antes de te conhecer Vi sua bandeira no arco de mármore O Amor não é uma marcha de vitória, é uma fria e partida aleluia
Aleluia, Aleluia, Aleluia, Aleluia
Havia um tempo em que você me deixava saber O que é real e o que estava acontecendo por baixo Mas agora você nunca me mostra isso, não? Lembra-se quando me instalei em você? O escuro sagrado estava se instalando também E todo o suspiro que dávamos era uma Aleluia
Aleluia, Aleluia, Aleluia, Aleluia
Talvez haja um Deus lá em cima E tudo o que aprendi do amor Era como atirar em alguém que tirou você E não é um choro que você pode ouvir essa noite Não é alguém que tenha visto a luz É uma fria e partida Aleluia
Era uma tarde quente e abafada. O céu nublado ameaçava novas chuvas em uma região já castigada pelas enchentes e deslizamentos.
Em um posto de saúde, um grupo de médicos voluntários se esforçava para atender a tantos necessitados.
Em um dos consultórios uma das médicas voluntárias lê a próxima ficha a chamar e fica temerosa: sua especialidade não é pediatria. Mas, era preciso atender, pois não havia pediatra no local.
Invocando ajuda de Esferas Superiores, ela abre a porta e chama o próximo nome.
A paciente, de dois anos incompletos, entra no colo de sua jovem mãe, que trazia um sorriso nos lábios.
A queixa era de febre e falta de apetite. Estavam morando em um abrigo.
Apesar de recém chegada no local, a médica já entendera que era preciso escutar o relato daquelas pessoas que perderam tanto: familiares, amigos, pertences e a própria casa.
Perguntou, então, o que havia ocorrido.
A família saíra de casa quando a água começara a subir, e, na busca por um terreno seco, viu casas invadidas por água e lama, casas ruindo, vizinhos em desespero.
Não tiveram tempo para levar nada. Esperaram socorro molhados e com frio. Foram resgatados por bombeiros e levados a um dos abrigos improvisados. Após uma semana, a criança começara a ter febre.
O exame clínico demonstrou amigdalite. Providenciada a medicação, e, após as recomendações clínicas, despediram-se com um abraço.
A médica voluntária disse à mãe que procuraria orar por eles e ouviu a seguinte resposta:
Muito obrigada! Eu sei que Deus está sempre olhando por mim, pois nada me aconteceu. Minha família está viva, e eu pude contar com o socorro dos bombeiros, com o abrigo para ficar, e agora com o atendimento médico.
O resto, disse ela, a gente reconstrói. A vida é o mais importante.
* * *
Aquelas palavras marcaram a voluntária. Fechada a porta, a reflexão foi inevitável.
O sorriso da jovem mãe não lhe saía da cabeça. Chamou-lhe a atenção a gratidão que ela demonstrou a Deus. Nenhuma revolta, nenhuma reclamação, somente a gratidão pela vida.
A médica refletiu o quanto o Mundo Espiritual atua constantemente, nos permitindo aprender sempre!
Ela, que estava ali para ajudar, havia aprendido uma grande lição: quando a fé em Deus é verdadeira, o sofrimento parece menor, e a vida torna-se bem mais fácil.
Sim, a vida: uma chance maravilhosa de evoluir, resgatar, crescer e de amar!
Enquanto pensava, lágrimas lhe vieram aos olhos.
Agradeceu a Deus poder estar ali ajudando. Agradeceu por ter uma casa e uma família para reencontrar. Agradeceu por reconhecer que os problemas que acreditava possuir eram tão pequenos!
Então, com um sorriso nos lábios, levantou-se, sentindo suas energias renovadas.
Em seguida, abriu a porta e chamou o próximo paciente, certa de que poderia ajudar aquelas pessoas a celebrar o maravilhoso dom que lhes foi mantido: a vida!
1.Dê a seu filho, desde pequenino, tudo o que ele quiser. Assim , quando ele crescer , achará que o mundo tem a obrigação de dar-lhe tudo o que ele quiser.
2.Quando ele disser nomes feios, ache graça. Isso o fará considerar-se muito engraçado.
3.Nunca lhe dê qualquer orientação moral e religiosa. Espere que ele chegue aos 21 anos para ele “decidir o que quiser”.
4.Nunca lhe diga: “Não faça isso”. Isso criará nele um complexo de culpa. Mais tarde, quando ele for preso por furto,diga: “A sociedade o persegue”!
5.Apanhe tudo o que ele deixar jogado: livros, sapatos roupas, etc. Faça tudo pra ele, para que mais tarde ele jogue sobre os outros toda e qualquer responsabilidade. Assim, ele achará que todo mundo existe para servi-lo.
6.Deixe-o ler tudo. Esterilize seu prato, porém deixe que ele contamine seu espírito.
7.Promova acaloradas discussões domésticas diante dele. Quando seu lar desmoronar-se, ele não achará estranho.
8.Dê-lhe todo o dinheiro que ele quiser. Nunca o deixe ganhar seu próprio dinheiro para pagar suas próprias despesas.
9.Satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto. Negar-lhe as coisas por justa causa pode resultar em frustações.
10.Dê-lhe sempre razão: os professores, os vizinhos, a polícia é que o perseguem. Todos têm má vontade para com seu filho
Conclusão: Quando ele estiver perdido, dê esta desculpa: “nunca consegui dominá-lo”, e prepare-se para uma vida de sofrimento e amargura.